Irmã Apolina, da Nova Caledônia, partilha conosco as reflexões do grupo de leigos maristas que ela formou e do qual é a coordenadora. Ela nos fala de como vivem à maneira de Maria, na Igreja e em seu contexto de vida.
Na origem de nosso grupo o texto das bodas de Caná nos marcou e nos impulsionou a agirmos: «Fazei tudo o que ele vos disser» (Jo 2,5). Muitos de nós nos empenhamos em associações caritativas para conciliar oração e ação em nossas vidas. Todos nós estamos conscientes de sermos chamados a agir, à maneira de Maria, para o bem de nossos irmãos e irmãs necessitados. Também, para vivermos melhor a nossa missão, tivemos desde o início outras iniciativas, tais como proporcionar adorações nas tribos, guiando as pessoas e preparando-as a viverem por sua própria conta, para que elas assumissem em seguida suas responsabilidades. Além disso, tivemos sempre a preocupação com as vocações, rezando por elas e entusiasmando os jovens nas casas de formação.
«Quando solicitamos à Ir. Apolina de nos pregar um pequeno retiro de três dias, para nos ajudar a vivermos à maneira de Maria, ela nos convidou para que integrássemos o retiro que seria oferecido a três postulantes. Foi um tempo forte, uma experiência muito positiva.»
Duas pessoas dentre nós se manifestaram desta maneira a respeito deste retiro: «A presença e a ação de Maria, a serva do Senhor, me ensinam a viver com doçura, na confiança e na humildade de coração» (Sylvie). «Agradeço o Senhor por este tempo de graças e pelas irmãs que nos acolheram tão bem. Meu desejo é que cada um dos participantes do retiro tenha partido com o coração cheio de amor e de graças. Com fome de paz e sede de esperança» (Antoine).
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