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Quando nossa vida irradia
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Ir. Diogene Musine  Ruanda
Irmãos Maristas
 
1. Quem sou eu?

Ir. Diogene Musine sou Irmão Marista como tantos outros, faz 24 anos, desde minha primeira profissão, no dia 15 de julho de 1984.
Hoje, trabalho em Save (Ruanda). Estou nesta missão, há sete anos.
Nossa escola conta com 700 alunos e tem como objetivo formar futuros professores e professoras de ensino primário.

2. Sinais de esperança

« Quando nossa vida irradia alegria e esperança cristã, damos aos jovens o desejo de se engajarem no seguimento de Cristo.» C. 82

Meu ambiente de trabalho tem várias características interessantes, sob vários aspectos. Nossos alunos são geralmente piedosos. Alguns deles demonstram um engajamento sem igual. Isso se manifesta através dos movimentos de ação católica e através de atividades concretas como a participação no coral, a organização de iniciativas que demonstram que nossos jovens se sentem à vontade, na escola (manutenção de canteiros de flores, limpeza de locais e outros).
É um dos sinais que me anima. Com efeito, percebo através dessas iniciativas um futuro a serviço dos outros.

O modo como os jovens que freqüentaram nossas escolas se inserem na sociedade, após seus estudos, é também um sinal de esperança. Dizem que é fácil inserir-se, dada a formação que receberam em nossas escolas. Como Marista, tendo por missão “fazer conhecer e amar Jesus Cristo”, fundamento também minha esperança nas várias vocações provenientes de nossa escola. Amanhã, Jesus Cristo será anunciado aos jovens, não apenas pelos futuros maristas, mas também graças a outras congregações que recebem candidatos oriundos de nossa obra.

Considero que Deus abençoa nosso trabalho. Com efeito, quase anualmente, temos um Irmão marista que vem da escola de Save. Em junho deste ano, houve um. Há dois anos, tivemos dois. Em o noviciado, temos um noviço do primeiro ano e um do segundo. Entre sete jovens que vão começar o postulado, neste ano, seis provêm de nossa escola de Save. Não falo daqueles e daquelas que vão para outras congregações ou assumem o matrimônio cristão. Por esses diferentes gestos e compromissos, considero que Deus abençoa nosso apostolado, o que é um sinal de esperança.

3. Os projetos

Vou citar apenas dois.
a. O próximo Capítulo geral
A renovação em que o Instituto se engaja com o 21º Capítulo geral também constitui um projeto que, em minha opinião, alimenta a esperança. Se aceitarmos o desafio que ele nos lança, renovar-nos-emos e Jesus Cristo será anunciado mais do que antes. Com efeito, há outra coisa que se possa esperar e que vá mais longe, com “corações novos para um mundo novo”?

b. A Missão ‘ad Gentes’

Este é um outro projeto de esperança que se concretiza na abertura à região do mundo mais povoada e que menos conhece a Boa-nova da salvação. Louvo a audácia dos Irmãos que responderam positivamente ao apelo que nos foi dirigido. Eles não tiveram medo de enfrentar as dificuldades inerentes a esse gênero de missão. A idade poderia ter afastado alguns Irmãos. Curiosamente, os Irmãos com idade um pouco mais avançada, parece-me, responderam mais do que os jovens. A aprendizagem de línguas estrangeiras, a adaptação a estilos de vida, próprios a outras culturas, tudo isso não assustou os Irmãos que prosseguem nessa iniciativa do Instituto.

A Boa Mãe e São Marcelino se dignem de fazer-nos compreender outros projetos portadores de esperança e nos quais hesitamos em participar. Eles também nos façam descobrir outros escondidos sinais de doação dos nossos Irmãos, em diversos lugares do mundo!

 
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